10 de janeiro de 2014

5º Dia - Ilha de Campeche



    Hoje amanheceu com um sol forte, sem medo de sair. Algumas nuvens insistiam em tentar escondê-lo, mas ele não deu chance, saiu com toda a sua força. Me arrumei para mais uma corrida, mas Gabriel resolveu acordar mais cedo e não me deixaram correr para sair logo para nosso passeio de hoje: Ilha do Campeche. Portanto, fiquei sem correr, e já era mesmo meu projeto FIT, foi para o ralo !!!

      Partimos para Campeche pelo Rio Vermelho. Me pareceu mais prudente descer por este lado da lagoa e não passar pelo Centro a esta hora da manhã. Creio ter feito o correto, pegamos trânsito apenas nas imediações da Lagoa da Conceição. O GPS ajuda e muito, mas às vezes não resolve, chegamos em Campeche, mas o ponto correto para pegar o bote para a Ilha eu não achava. Parei para perguntar em uma papelaria, e a funcionária me explicou direitinho como se faz. Veja logo abaixo, minhas dicas sobre Campeche para saber os detalhes.
        Nos dirigimos então para a praia da Armação, pois achamos melhor de acordo com a indicação nos dada. Compramos o ingresso e embarcamos no barco Pirata. Ainda na fila de espera do barco, um cachorrinho nos agraciou com sua presença e adorou nosso carinho que chegou até a deitar na frente do Gabriel para receber mais. Pena ter que deixá-lo lá. 

      A ida para a Ilha de Campeche é complicada. O barco é um desses de pesca adaptado para transportar até 20 pessoas. É relativamente pequeno, então balança um bocado, e quem não está acostumado, enjoa bem fácil, são 30 minutos até a ilha.  Não existe outra forma de ir para lá, é um santuário ecológico e somente os barcos cadastrados pela associação de pescadores podem levar as pessoas para lá, a não seu que você tenha seu próprio barco, é claro.

        A volta ficou marcada para as 15:30, não tem pier para atracar, então o barco para na praia mesmo, e como eu estava preparado para trilha (e ainda sem caução), tive que tirar meus tênis e levantar o máximo minha bermuda para tentar escapar, embora seja difícil, mas felizmente consegui em um momento que a maré baixou, a água quase molhou minha bermuda.

       Quem vai para Campeche, não tem muita coisa para fazer por lá, são basicamente 3 coisas para fazer: pegar umas trilhas, mergulho subaquático e pegar uma praia. Não que fazer tudo isso em 4 horas não seja pouco, mas curtir o local, a oportunidade de estar em um paraíso desses não tem preço. As trilhas (veja página sobre campeche) são bem simples, sempre com o guia e pode-se fazer até de chinelo. Algumas duram 1 hora e outras 1 hora e meia. Escolhemos a maior por ser mais completa. Nem todas as trilhas são liberadas. A guia foi muito simpática e foi contando a história da ilha e da cidade, das gravuras feitas por povos antigos e curiosidades. A paisagem é exuberante, vegetação fechada com vista da costa para o Atlântico, com rochedos e uma história para cada local que passamos.

      Uma coisa bem interessante que nos avisam logo que chegamos é que a ilha está infestada de quatis. Eles foram levados para lá por uma associação de caça e em 1970 a caça foi proibida. Desde então, eles se reproduzem e viraram uma "peste", mas estão querendo retirá-los de lá. Tadinhos, tão bonitinhos....

      Não quis fazer o mergulho, pois com as chuvas dos últimos dias, a água estava turva. me informei e me falaram que o mar não estava bom para o mergulho, mas os passeios estavam abertos.

     Depois da trilha, paramos em um restaurante (só tem 2 na ilha) para almoçar. O serviço é bem precário, pois só tinham 2 pessoas atendendo as mesas. Existem vários pratos, pedimos 2 pratos executivos, mas não prestei atenção nos detalhes deles, deixei a Cris e o Gabriel escolherem. Quando chegaram, senti falta de uma salada ou algo mais saudável, pois era basicamente frango empanado, arroz, feijão e batata frita. Mas deu para matar a fome. Creio que conversando com o garçom, pode-se incrementar os pratos para melhorá-los. Enquanto Gabriel comia os quatis ficavam do lado esperando a areia, procurando um pouco de comida,  esperando que caia alguma bat
atinha da mesa ou até subindo no banco pedindo. Não demos nada, nos pediram para não fazer isso, pois eles estão mal acostumados, mas não são todos que fazem isso, vimos várias pessoas dando batata frita para eles.

       Depois do almoço, fomos para a praia tomar um banho de mar nesse santuário ecológico. A areia da praia é branquinha e muito fina, daquelas que você vai andando e ela vai fazendo um barulho engraçado quando a sola do pé raspa na areia. O lugar reservado para banho é delimitado por bóias, nos 2 extremos da ilha. No centro é o ponto de atracagem dos barcos e não se pode nadar lá. A água é simplesmente geladíssima. Quase não aguentamos de tão fria que é a água. Mas mesmo assim, uma delícia. A praia não tem ondas, só aquelas marolinhas, pois a praia é basicamente uma baía virada para o continente.

       Chegada a hora de voltar, pulamos no barco "Pirata" (era o nome dele) e voltamos para a praia de Armação. A volta foi mais tranquilo que a ida, pois não pegávamos as ondas em sentido contrário, balançava muito pouco.

       O resto do dia foi tranquilo, voltamos à Sorveteria Monte Pelmo para mais uma sessão de sorvetes (realmente, são muito bons!), passamos no supermercado na volta para comprar uns mantimentos extras e na lavanderia para deixar algumas roupas sujas. Chegando em casa (bem na rua das Gaivotas), fomos surpreendidos por uma tempestade, daquelas de ventania e chuva muito forte mesmo. Pegou muitas pessoas desprevenidas, que saíram correndo desesperadas no meio da rua.

        Fiquei apreensivo... como será o passeio de bike amanhã se a chuva continuar ????

Dicas sobre a Ilha de Campeche

  1. Segundo a funcionária da loja, existem 2 formas de ir para a ilha: a primeira é pegar um bote na praia de Campeche. Me parece que este bote é pequeno, daqueles infláveis com chão rígido, não muito seguro (transporte clandestino), e pelo que ela me indicou, preferimos a segunda opção: ir para a Praia de Armação, onde pegamos um barco maior na associação de pescadores. Não chegamos a verificar como são os barcos da ilha de Campeche, mas se a de Armação são melhores que eles, então...
  2. O preço do barco (ida e volta) para a Ilha é de R$ 60,00 por pessoa;
  3. A duração da permanência na ilha é de 4 horas. O dono do barco marca um horário para voltarmos para o Trapiche;
  4. A lotação da ilha atualmente é de 450 pessoas;
  5. Algumas trilhas não estão acessíveis. Na hora que chegar na ilha, deve-se informar no local correspondente quais poderão ou não ser feitas. Sempre com guia. 
  6. As trilhas que fizemos são muito simples, demora mais por causa das explicações e podem ser feitas até de chinelo. Custam R$ 10,00 ou R$ 20,00 a mais completa;
  7. Verifique antes as condições para o mergulho. Quando fomos, tinha chovido fazia pouco tempo e veio um vento do leste, deixando a água muito turva, por isso resolvi não fazer o mergulho.
  8. Para ir, pode-se levar cadeira e guarda-sol. Vá de chinelo e roupa de banho, pois o barco para na praia para descer, então você vai molhar o pé, perna e até mais se vier uma pequena onda.

8 de janeiro de 2014

4º Dia - Lagoa da Conceição

      Coloquei o relógio para despertar às 7:00, mas acabei acordando ainda antes. Não consegui dormir direito. O dia amanheceu muito bonito, o sol apareceu de verdade, embora algumas nuvens ainda teimavam em brigar com ele. Fui fazer minha corrida na praia, enquanto todos dormiam. Depois da corrida, passei o resto da manhã fazendo esse Blog, pois os dois acordaram depois das 10:30 da manhã. Depois ainda foram tomar café da manhã, se arrumar, etc... A programação de hoje era a Lagoa da Conceição, onde iríamos fazer uma trilha e almoçar na beira da lagoa. No final, fomos sair praticamente 12:00. Ou seja: manhã perdida.

      O trânsito para a Lagoa estava tranquilo, somente perto da ponte é que ficou mais intenso, mas nada que atrapalhasse. Seguimos as instruções de uma colega para chegar na trilha da Costa da Lagoa, e foi muito fácil. Deixamos o carro no Canto dos Araçás e começamos a trilha. Gabriel estava super animado, mas passados 400 metros já começou com o teatro de que estava cansado, que queria água, que as pernas estavam doendo... e foi assim até o final da trilha.

      No início da trilha, uma placa avisava da dificuldade (médio para difícil), da distância e do tempo (7Km, 2 horas). No entanto, achei a trilha relativamente fácil, a maioria dela tem caminhos feitos pela comunidade que mora na beira da lagoa e utiliza a trilha para se locomover na região. Poucos são os lugares que tínhamos que subir pedras e lugares íngremes (mas nenhum muito íngreme). A paisagem é deslumbrante, a vista da lagoa é maravilhosa. Também, ao longo da trilha, encontra-se pontos interessantes, como o Engenho de Farinha antigo e o Sobrado da Dona Loquinha, todos da época colonial. Pena necessitarem de uma revitalização, pois estava caindo aos pedaços. No engenho, qualquer um pode entrar, e como não tem ninguém ou o acesso é irrestrito, podem mexer em qualquer coisa, podendo até danificar tudo, lembrando que as peças já estão em mau estado. Felizmente esses visitantes aqui sabem se comportar !


   
Seguimos a trilha até a comunidade da Costa da Lagoa, com seus famosos restaurantes na beira da lagoa. Infelizmente, devido à falta de fôlego e músculos de alguns, não foi possível seguir até Ratones, quem sabe em uma outra oportunidade. Paramos para almoçar no restaurante Lagoa Azul, no ponto 17.

        É um bom restaurante, com uma boa estrutura, mesas compridas (e limpas) de madeira e serviço muito rápido. Pedimos um Linguado ao molho de alcaparras. Enquanto o almoço não chegava, um banho na lagoa para refrescar, pois o sol abriu enquanto estávamos na trilha e fez um calor razoável. Esse restaurante é bom também porque é um dos últimos (senão o último) restaurantes da Costa, o que torna mais fácil voltar, pois o barco passa por ali primeiro para pegar os passageiros. Ao longo das paradas ele enche e as pessoas devem esperar o próximo barco. Terminado o almoço, pegamos o barco de volta até o Canto dos Araçás, onde deixamos o carro. Próxima parada:

Praia Mole

      A Praia Mole fica bem perto da Lagoa da Conceição. É uma praia muito badalada, e estava bem movimentada quando fomos (mais de 17:00). A Praia Mole é chamada assim pois a areia dela é grossa e fofa, então os pés afundam na areia com facilidade. No entanto, não é somente isso que me preocupou. Por ser uma praia de frente ao leste, ela é bem agressiva. As ondas caem diretamente na areia, e tem uma força de retorno impressionante. Com a areia "mole", fica muito difícil se locomover. Também, a inclinação da areia é alta, tornando a praia mais perigosa ainda, pois logo no início dela se torna muito funda. A água também estava extremamente gelada.
      Fiquei apreensivo com o Gabriel, pois ele gosta de ir onde as ondas quebram, e nessa praia, se não for na areia, é somente mais para trás, onde os surfistas praticam o esporte. Mais tarde ele desistiu da  água e foi montar a fortaleza dele.
      Ficamos na praia até depois das 19:00. O sol aqui se esconde mais tarde, depois das 20:00 !
      Voltamos para casa, para "jantar" e descansar.

7 de janeiro de 2014

3º Dia - Passeio de Escuna e Santo Antônio de Lisboa


       Acordamos cedo. O dia amanheceu nublado, mas com nuvens finas e sem previsão de chuva. Fazia calor.
      Após várias pesquisas, fiz reservas pela internet na agência Escuna Capitão Gancho Martin, pois achei que fosse ser a melhor. A agente me pediu para comparecer na agência às 09:00 da manhã, pois o check-in seria à 09:30 e eu ainda tinha que acertar o passeio com ela. 
      Saímos daqui bem antes, com o GPS na mão. No entanto, o GPS nos levou para o outro lado da praia, e ficamos meio perdidos. Rodamos por lá, mas estávamos no lugar errado. Rodando por lá, nos encontramos então com nada mais nada menos que o Jack Sparrow !!! Ele tinha se separado do seu Pérola Negra e ia em direção ao Trapiche. Parei imediatamente o carro e ofereci uma carona para ele. 

      Chegando no Trapiche, procurei a equipe da agência e aceitei os detalhes do passeio com eles. No entanto, depois disso, fiquei sabendo que a saída do barco seria apenas 11:00 da manhã ! Não iria ficar 2 horas esperando ! Embarcamos então no barco Piratas do Caribe I, da agência Scuna Sul, no passeio sem parada para o almoço. Não era o que eu queria, mas infelizmente, não dava para ficar parado 2 horas esperando. 

6 de janeiro de 2014

2º Dia - Almoço com amigos e Ingleses

Dormir ??? Que nada !!!


      Acordei umas 7:10 da matina, não consegui dormir 100%. Saí para correr um pouco depois, pois sabia que quem ia dormir até tarde era o Gabriel. O dia amanheceu nublado, com nuvens "leves", mas sem chuva. Dia perfeito para dar uma corrida. Me aprontei e saí. devido a um erro de cálculo, acabei correndo mais do que imaginava (a praia era maior do que eu calculei que tinha pelo maps).

      Cheguei no apartamento e Gabriel ainda estava dormindo. Nos aprontamos e fomos para um almoço muito agradável, com grandes amigos. Churrasco, vinho, damascos, castanhas, sorvete, amigos e um bom papo. Tudo de bom em um ambiente super acolhedor.

       Voltamos para casa depois das 17:00. Eu e Gabriel fomos então para a praia dos Ingleses, onde passamos um bom tempo pegando ondas e olhando as tatuíras se enterrarem na areia.
 Após um banho, decidimos ir para o Centrinho dos Ingleses conhecer o local e fazer um lanche. O centrinho é uma quadra com muitos restaurantes e lojas dos mais diversos tipos, como artesanatos, roupas, etc.. algumas barracas também vendem itens. Muito movimentada, principalmente algumas lanchonetes, como as de pastéis.


    Comemos pastéis e sucos na Tropical lanches, passeamos um pouco e fomos depois para a Sorveteria Monte Pelmo, que vende sorvetes artesanais sem leite. Muito procurada, sensação do momento e também indicada por nossos amigos. E realmente, vale a pena conhecer. Fica em uma esquina, de uma rua paralela, e sempre está cheia. Muitas pessoas vão lá para tomar um sorvete dentre dezenas de opções de sabores. É difícil escolher, e você pode pedir quantas bolas quiser (paga-se por quilo), e eles tem uma bandeijinha que cabem umas 8 bolas. E realmente, são deliciosos.
      Nosso dia terminou aqui, fomos dormir mais cedo porque no dia seguinte era dia de passeio marcado e teríamos que acordar às 7:00 !!!

5 de janeiro de 2014

1º Dia - Chegada e Luzes da Cidade

Por onde começar ? Esse foi um dia intenso.

     Acordamos cedo, o avião saía cedo então tínhamos que fechar as malas e partir logo para o aeroporto. Felizmente, a época e o horário ajudaram, e não pegamos trânsito nenhum. O aeroporto também não estava cheio, pegamos uma fila para despachar as malas, mas andou bem rápido, e a dica aqui é óbvio: fazer o check-in antes, pela WEB.
        Tomamos café da manhã no aeroporto mesmo. A viagem de avião foi tranquila (ignorando o stress de certas pessoas nas filas, conexões, malas, etc...), fizemos conexão em São Paulo, mas foi bem em cima da hora, não precisamos esperar nada e foi correndo, saímos do avião e já embarcamos no outro. Para os curiosos, segue o "lanchinho" da TAM para São Paulo e depois para Florianópolis (1º: sanduíche de pão com presunto. 2º: Salgadinho).
        Chegamos em Floripa um pouquinho mais cedo do que o horário previsto, o tempo já tinha sido avisado pelo comandante: chuva leve e tempo nublado. Fomos para o balcão de aluguel de carro para alugar um, e aqui já deixo outra dica minha: alugue um carro pela internet. Existem vários sites qe fazem pesquisas de preços entre várias locadoras, e em vários deles você encontra preços bem mais baratos. No meu caso, o aluguel saiu mais ou menos 40% mais barato do que se eu fosse alugar direto no balcão no mesmo dia. Alugue também com antecedência, pois depedendo da época, é possível que não encontre mais um carro da classe que quer.
       Saindo do aeroporto, para pegar o carro, tivemos uma primeira impressão dos habitantes dessa linda cidada: o tabagismo. Bem no ponto de entrega do carro, um fumódromo se instalou, e muita gente fumando. Tenho todo respeito para com quem fuma, mas odeio essa prática e também o cheiro, e tivemos que ficar ali passivamente enquanto esperávamos o carro. Mias tarde viríamos a comprovar o que estudos já mostram: que o sul do país tem uma das mais altas taxas de fumantes do Brasil (reportagem do mshoje).
         Do aeroporto nos encaminhamos à praia dos ingleses, onde iríamos nos hospedar. teríamos pouco tempo, apenas para deixar nossas malas e nos instalar para voltar ao centro, pois precisávamos comprar alguns mantimentos (água, café da manhã, etc...) e embarcar para o passeio Luzes da Cidade, do Floripa By Bus. Já no caminho de ida aos ingleses pudemos ter uma idéia do que nos esperava (e que já tínhamos sido avisados): um congestionamento imenso no sentido praia-centro. Deixamos as malas no apartamento, arrumamos o básico e voltamos para a rua, com destino ao Shopping Iguatemi, mortos de fome, pois só tínhamos comido até agora o sanduíche do vôo da TAM.
         Demoramos 1 hora e 30 minutos para chegar ao shopping, mais tempo do que durou a viagem de avião de São Paulo para Forianópolis. Parece que toda Floripa resolvou ir ao shopping ao mesmo tempo (por causa da chuva), um tumulto só, dentro fomos direto à praça de alimentação para "almoçar" (já eram umas 17:00!) mas estava impossível conseguir uma mesa. Depois de umas voltas pelo shopping, finalmente consegui uma mesa na praça e almoçamos no Viena.
         Com o problema da fome solucionado, fomos acertar o Floripa By Bus e passeamos um pouco até chegar a hora.

Floripa By Bus: Luzes da Cidade


        Esse passeio é muito gostoso. No dia, estava chuviscando um pouco, mas na hora do passeio parou e não choveu praticamente nada. Disrtribuíram capas de chuva para todos que fossem em cima, e Gabriel fez questão de ir lá. Outra dica que dou a todos é que na hora da reserva, peçam se quer ir em cima ou embaixo, pois eu não fiz isso e nos colocaram em cima. Aí se chovesse, pegaríamos chuva, mas deu tudo certo, inclusive sobraram vagas no andar inferior e a guia ofereceu para quem quisesse descer.
         Perto da fila, outro fumódromo. Muitas pessoas não conseguiam ficar na fila por causa da fumaça. O ônibus saiu do shopping e foi em direção à Praça XV de Novembro, e no caminho ficamos conhecendo vários lugares importantes da cidade, como o Mercado Municipal e a Alfândega, e suas histórias. Já na Praça XV, também passamos a conhecer um pouco da história da cidade e suas lendas (principalmente as de assombração). E esse é justamente o momento que as luzes da cidade começam a ser acesas, pois começa a anoitecer. Tudo fica muito bonito, principalmente com a decoração de natal, com presépios e luzes enfeitando toda a praça e os arredores.
          Depois da Praça XV, o ônibus se dirigiu para a Lagoa da Conceição, onde tivemos uma visão da vida boêmia que se passar lá, passando também pelo morro de São Pedro, onde tivemos uma linda visão de toda a lagoa.

         Findo o passeio (umas 21:55) aproveitamos e fomos fazer as compras no supermercado BIG, que fica dentro do shopping.  Sim, era preciso. Compramos o que precisávamos e voltamos ao apartamento. Saímos de lá (do BIG) quase 23:00 ! Fomos dormir quase 2:00 da madrugada. Pensei logo: já era meu projeto FIT (correr 5Km todo dia na praia) !!! Amanhã vou acordar é tarde !!!!!


30 de dezembro de 2013

Checklist para Floripa


       A expectativa é grande antes de qualquer viagem. Tudo envolve mudança de hábitos, e esquecer qualquer coisa não dá. Principalmente o que mais precisamos no dia a dia ou para facilitar nossas atividades costumeiras. 
        Por isso é sempre importante um check list para nunca esquecer daquilo que não dá pra deixar pra trás. Essa lista vem me acompanhando por várias viagens, e sempre que me esqueço de algo, acrescento a ela.
         Tem alguma dica importante para a lista ? Comente !


Remédios / Higiene
  • Colírio/sorine (para aliviar secura de dentro do avião e em praia)
  • Tylenol, Sal de Frutas (sempre é bom ter)
  • Merthiolate e Band-aid e algodão
  • Lenço umedecido
  • Escova de dente, pasta, fio dental
  • Cremes e Maquiagens
  • Filtro Solar
  • Repelente contra mosquitos (para trilhas)
Documentos / Finanças
  • Passagens 
  • Vouchers e Número de reservas anotados
  • Dinheiro (ainda existem lugares que não aceitam cartões)
  • Cartões de Crédito
  • Cheques (para garantir)
  • Identidades e Carteira de Motorista (leve sempre)
  • Carteira do Plano de Saúde
  • Mapas
  • Roteiros de Viagem (sempre programe tudo!)
  • Passaportes (viagens para o exterior)

Diversão / Eletrônicos

  • Livros
  • Câmera Fotográfica, Carregadores e Cabos
  • Vídeo Games Portáteis e Carregadores (para as crianças e para mim!)
  • Celulares e Carregadores
  • DVD Player (para crianças)
  • Notebook e Carregador
Utilidades / Outros
  • Vac-Bag (muito bom !)
  • Roupas Esportivas
  • Casaco confortável (para o avião)
  • Máscara de dormir (principalmente para viagens ao o exterior)
  • Óculos de Sol

26 de dezembro de 2013

Preparação para Floripa


      Nossa viagem será feita em 10 dias. Desses, 6 dias em Florianópolis, conhecendo diversas praias e alguns passeios pela região, além de também tentar conhecer vários pontos turísticos. Depois, iremos para Penha, onde iremos conhecer o famoso Beto Carrero World. Reservamos 2 dias para o parque para podermos aproveitar ao máximo e sem muita correria (espero). No último dia livre iremos a Balneário Camburiú, para conhecer rapidamente a região, onde iremos desfrutar de uma praia e do Parque UniPraias, um centro de diversão que interliga 2 praias bem badaladas da região.

              Tem alguma sugestão ? Poste nos comentários ! Agradeço !

Roteiro Simplificado

  • Dia 1: Ida para Floripa / Passeio Floripa By Bus: Luzes da Cidade
  • Dia 2: Praia dos Ingleses / Almoço com amigos / Passeio pela Cidade no Final da Tarde
  • Dia 3: Passeio de Escuna / Passeio em Santo Antônio de Lisboa
  • Dia 4: Lagoa da Conceição (com Trilha da Costa da Lagoa)
  • Dia 5: Ilha do Campeche 
  • Dia 6: Bike Caminhos do Sertão: Praias do Sul
  • Dia 7: Praia do Juererê / Passeio no Centro Histórico
  • Dia 8:  Balneário Camburiú / Parque UniPraias / Ida para Penha
  • Dia 9: Beto Carrero World
  • Dia 10: Beto Carrero World
  • Dia 11: Volta para casa


Obs.: Este blog estará em constante atualização. As páginas poderão atualizações esporádicas para insersão de novo conteúdo ou as mudanças de planos. Portanto, volte com frequência para ver o novo conteúdo, ou siga pelo Google+ (botão ao lado) para receber as notificações.


Obs2.: As informações contidas nas páginas ao lado sobre as atrações foram todas obtidas na internet, em sites oficiais e em blogs de viagens, e a intenção é apenas enriquecer o leitor da história e das atrações. Agradeço desde já as informações postadas pelos autores. As postagens diárias são todas de minha autoria ao longo da viagem.