14 de abril de 2015

Dia 10 - 9/11 Memorial, Lombardi's, SoHo, Italy, Chinatown, Opera


      Acordamos e tomamos café da manhã no hotel. Saudades do Gabriel, da família e de todos os amigos que ficaram no Brasil. Pegamos então o metrô para downtown e paramos no memorial do 9/11. No local onde existiam as torres gêmeas foi construído um poço onde a água escorria continuamente para dentro dele. Em volta de todo ele estão escritos os nomes de todas as pessoas mortas no atentado, inclusive as que estavam nos aviões e no Pentágono.
      Andamos por lá e entramos na fila para entrar no museu, mas desistimos, pois nosso CityPass já tinha sido utilizado para o Intrepid e a entrada custava mais ou menos U$ 40,00. Saímos e fomos passear pelo bairro, conhecer as atrações das redondezas.
      Paramos então na Trinity Church, uma igreja anglicana datada dos anos 1700, muito linda e enorme, ao lado dela existe um cemitério enorme onde muitas pessoas famosas estão enterradas. Continuamos nosso passeio pelas ruas, passando pelo fórum e outros prédios conhecidos. Íamos até o famoso touro de bronze, mas como estava chegando perto de meio-dia e no dia seguinte estava programado um tour que iria começar justamente no touro, resolvemos pegar um metrô para irmos ao local de nosso almoço programado: Lombardi's Pizza.



     Não foi difícil achar a pizzaria, a Lombardi's Pizzaria é considerada a primeira pizzaria das Américas, inaugurada em 1905, sua pizza é conhecida por ter a massa crocante nas bordas e macia em seu interior, por ser feita em forno de carvão de alta temperatura que faz com que a pizza fique por apenas poucos minutos nele. O restaurante é meio apertado, muitas mesas, nos deram uma mesa pequena, que dava apenas nós dois e nada mais, fiquei imaginando como colcaríamos a pizza que pedimos. Ela chegou em um suporte que a deixava "levandada" na mesa, não atrapalhando muito. A pizza, embora estivesse bem simples, estava deliciosa, com muito molho de tomate, e a massa fina, mas confesso que poderia ser mais saborosa, estava muito simples, e o cardápio também é muito restrito, não tem muita variedade, que são basicamente 2 ou 3 tipos de pizza e você pode adicionar uns "toppings".

      Além disso, como não tinha sobremesa, fomos procurar uma em outra loja na rua, enquanto caminhávamos para nosso TourByFoot.





      Saímos em direção à praça de encontro do tour, procurando uma sobremesa e paramos em uma chocolateria, mas não estávamos muito para os chocolates dela, e continuamos em frente. Logo depois encontramos uma bakery que estava bem movimentada, seu nome era Dominique Ansei Bakery, e apesar do movimento, gostamos do que vimos na vitrine, cada delícia... enfrentei a fila, conseguimos um lugar para se sentar e desfrutamos dessas duas deliciosas sobremesas ao lado. Mais tarde, no tour, ficamos sabendo que essa bakery é muito famosa, que faz um doce chamado de Cronut, que é um donut especial e que ela fabrica uma quantidade limitada por dia, e cada pessoa pode comprar no máximo 2 cronuts, para que todos possam experimentar, mas mesmo assim é insuficiente, pois acaba muito rápido e muitos não conseguem comprar. Da próxima vez, já sei onde ir, que horas e o que pedir !

      Nos encontramos com a turma do Freetourbyfoot em uma praça próxima, dessa vez com muito mais pessoas. Nosso tour passou por três bairros de Manhattan: SoHo, Little Italy e Chinatown. Os passeios desses tour são muito legais, aprendemos muita coisa, vemos muitos lugares e coisas que não vemos normalmente sem ninguém nos explicando. Neste tour, fiquei impressionado com as diferenças entre as culturas, tão perto uma das outras. Quando entramos em Little Italy, um bairo de imigrantes Italianos, vemos as ruas e as lojas todas no estilo italiano, com tratorias, lojas de queijo, restaurantes, etc. Mas ao virar uma esquina, entramos em Chinatown, e o cenário muda drasticamente, as ruas lotadas, lojas com escrita chinesa, peixes e vários produtos secos, tipicos da culinária chinesa, à venda nas calçadas, muito difícil até de andar por lá. Foi inacreditável.





      O passeio transcorreu tranquilamente, a nosso tour terminou no meio da tarde em uma estação do metrô. Fomos então para o hotel nos aprontar para a programação da noite: Orquestra Filarmônica da Philadelphia.

     A Opera que iríamos assistir chama-se Les Contes d'Hoffmann, e ia se apresentar no The Metropolitan Opera, a casa de opera mais famosa de Nova Iorque. Para ir para lá, pegamos nosso primeiro Ônibus da viagem. Os ônibus de Nova York são todos ecológicos (elétricos, híbridos), muito limpos, pontuais e integrados ao nosso Metrocard ilimitado. Os motoristas não aceitam dinheiro, somente entra com o Metrocard, ou se tiver moedas trocado. O ônibus desceu bem em frente ao Lincoln Center. O Metropolitan Opera é um lugar fabuloso, seu interior é lindo, com um lustre gigantesco, carpete vermelho e muito espaço. Nossas cadeiras eram no Tier 1, mais ou menos no 4º andar do teatro, acima ainda tinham 2 andares (o Tier 2 e o Balcony).
     Foi maravilhoso assistir a opera. Graças a um tradutor simultâneo (em texto) na frente de cada cadeira, foi possível entender a história, que estava sendo cantada em francês.




20 de março de 2015

Dia 9 - GCT, West 3rd Common, Greenwich, Cabaret

      Acordamos e fomos visitar a Grand Central Terminal, o mais famoso terminal de trans de New York. É um terminal imenso, lá existem 117 trilhos de trem saindo além da integração com algumas linhas de metrô.
      A estação tem muita história por trás de sua construção, e já foi palco de diversos filmes, como Madagascar, os Intocáveis, Eu Sou a Lenda, etc... e lá dentro existem restaurantes, alguns até famosos, lojas imensas e também o famoso Mercado Central, com diversas "lojinhas" de delícias que faz a gente ficar tonto: doces, tortas, pães, açougue, frutas, hortaliças... tudo... sendo impossível não levar nada. O GCT também se destaca pela sua limpeza, tudo muito limpo e muito bem cuidado. 


      Passeamos por todo o GCT, e saindo de lá, fomos dar mais uma passada na loja Nintendo World, pois neste dia eu recebi uma convocação de uma inauguração do jogo Mario Party 10, e parece que teria uma boa festa por lá, além disso eu resolvi comprar mais um jogo para o Gabriel, mas ao chegar na loja, vi que de inauguração não tinha nada, apenas começaram a vender o jogo, mas nada especial, além do que a loja estava lotada, uma fila enorme no caixa. Resolvi então passar outro dia para comprar o jogo, não estava com tanta pressa assim !



      Saindo da Nintendo World, uma grande surpresa: começou a nevar !!! A neve estava prevista desde segunda-feira e até a hora que começou a nevar a previsão acertou ! Incrível !
      Fomos almoçar em uma hamburgueria chamada West 3rd Commom, que de acordo com alguns sites, era a melhor de New York, com um pão especial do chef e a carne também especialmente feito de forma única. Ela também era bem perto do encontro do tour do Free Tour By Foot que eu tinha agendado, então aproveitamos para conferir a hamburgueria. Pedimos um sanduíche de baguete para repartir (as comidas lá são enormes), e aproveitei para tomar um vinho e o hambúrguer que pedimos estava muito gostoso e caprichado, mas imagino se um com um pão mais tradicional ao invés de uma baguete ficaria mais gostoso ainda. 
       Durante nosso almoço, a neve apertou, os flocos ficaram maiores e o frio também, então a Cris resolveu voltar para o hotel, enquanto eu iria para o tour. Fomos em direção à saída do tour, que ficava perto da estação do metrô, debaixo da neve, e no meio do caminho achamos uma bakery/cafe chamada Mille-feuille, então entramos para comer uma sobremesa e demos sorte, pois o cafe era simplesmente delicioso. Os que pedimos estão nas fotos abaixo, e aproveitamos cada minuto.







     
      Deixei a Cris na estação do metrô e fui para o tour. Mesmo na neve, várias pessoas compareceram, e passeamos por várias partes do bairro Greenwich Village. O tour foi ótimo, a guia foi bem simpática e nos contou várias histórias do local. Enquanto isso, a neve me castigava, meu sapato não era adequado e ficou ensopado, somando com o frio, no final do tour eu quase não sentia mais meus pés. A neve estava forte, todos ficamos bem molhados, mas valeu a pena. Como comparação para se ter uma idéia de como a neve estava forte coloco logo a seguir 2 fotos da praça Washington Square. A primeira tirei quando estava indo para o tour, e a segunda foi no final do tour, 2 horas depois.




















      Depois de ter terminado o tour, voltei para o hotel para descansar e nos arrumar para o terceiro show da Broadway agendado: Cabaret. Saímos já anoitecendo, a neve já havia parado, mas as ruas ainda estavam brancas e molhadas. O teatro fica bem perto do hotel, fomos andando e chegamos bem rápido, mas antes paramos em uma Deli ao lado do teatro para fazer um lanche, pois ainda não tínhamos jantado. Pedimos omelete, e a comida estava muito gostosa e ainda veio com torradas de acompanhamento.

      Entramos no show, e infelizmente, tenho que admitir que preferiria não ter entrado, pois não valeu a pena. Não gostei do show por vários motivos, achei a história muito fraca, os atores não convenceram muito e o ambiente não era nada prazeiroso, os atores ficavam fumando durante a peça, mesmo que faz parte para tentar parecer um cabaret, fica muito ruim para os não fumantes ter que aguentar tanta fumaça e cheiro dos cigarros. Não foi o que esperávamos, queríamos ter ido em um show melhor.

      Voltamos para o hotel mas antes tirei algumas fotos do resultado da neve pela cidade.

19 de março de 2015

Dia 8 - Intrepid, Videogames New York

      Resolvi todo dia anotar a temperatura de manhã, para me lembrar o quanto passamos frio nesta viagem. Neste dia, -2º C e a temperatura aparente nem sei dizer, deviam ser uns -8ºC.

     A programação neste dia era basicamente a visita do museu Intrepid.

18 de março de 2015

Dia 7 - Levain, Museu História Natural, Orquestra Carnagie

      A programação desse dia também estava bem simples. passaríamos o dia todo no Museu de História Natural e à noite assistir uma Orquestra. 

      Como sempre, amanheceu muito frio, a temperatura real era de -1ºC. Acordamos no horário normal e pegamos um metrô em direção ao museu. Mas antes tinha que passar em uma "bakery" que achei pela internet e que é famosa por fazer o melhor cookie de NY: a Levain Bakery. Como ela era perto o do museu, fomos lá primeiro.
     A Levain é pequenina, fácil de passar direto (na verdade eu passei, a Cris é que achou), fica no subsolo de uma casa, e o esquema lá é comprar e sair comendo, mas tem pequenos balcões para quem quer ficar, só que são bem pequenos mesmo, devem caber no máximo 4 pessoas no total. O cookie que pedi foi o "Dark chocolate with peanuts" (Chocolate meio amargo com amendoim) e devo dizer: maravilhoso, e realmente, ele é imenso, quase não dá para comer todo, pelo site, são 600 calorias no total !


       Saindo do Levain, fomos para o museu. O Museu de História Natural é fantástico ! Imenso ! Muito bonito. Entramos lá e nos orientaram a deixar o casaco e mochila no "coat check", que é um serviço para guardar esse material, free, pois não pode entrar com mochila nas exposições, e como o ambiente lá dentro é climatizado, não é necessário o casaco. Fomos visitando as áreas que a Cris mais gostaria de ver, pois para visitar o Museu todo seria necessários uns três dias. Algumas partes, exposições especiais do museu é paga, e como nosso CityPass nos dava direito a entrar em uma delas, então escolhemos um planetário com uma exposição sobre nosso universo. Fomos direto para lá. Visitamos várias áreas depois, não dá para descrever aqui todas, os detalhes, o melhor mesmo é ver ao vivo. 
      Chegando a hora do almoço, e depois de ficar procurando um pouco, fomos em uma lanchonete dentro do Museu. Tomamos mais uma sopa, lá toda lanchonete vende uns tipos de sopa padrão, são delicosas e caem muito bem com o frio que estava fazendo.

     Saímos do museu cansados, e voltamos para a Time Square. Lá, passamos na Godiva Chocolatier, uma loja de chocolates maravilhosa, estávamos tentando arranjar um tempo para comprar alguma coisa lá, e essa era a hora. Fiquei apaixonado por um moranguinho do tamanho da palma da minha mão, inacreditável... comprei a versão coberta com chocolate meio amargo, é claro, uma delícia... ainda ficamos com água na boca com as outras delícias de lá, principalmente um sorvete tipo desses italianos que tem no Brasil, mas com chocolate belga, e com a borda da casquinha cheia de castanhas e chocolate.... mostrarei em algum post mais a frente. 

     Voltamos para o hotel para descansar e nos arrumarmos para assistir a Orquestra Filarmônica da Filadelphia no Carnagie Hall, uma das melhores salas de orquestras de Nova York, que fica pertinho do hotel, bastando ficar a esquina e subir 2 ruas. Chegamos lá, troquei meus tickets que tinha comprado pela internet e subimos pelo elevador até nosso andar que era o 4º. A sala de orquestera é imensa ! São uns 6 andares de cadeiras. Todas com boa visão. Ficamos com uma vista muito boa, e o áudio perfeito. Foi outra maravilhosa experiência ouvir boa música em um excelente lugar.

       Acabada a orquestra, estávamos com fome, não tínhamos jantado, então fomos jantar no Brooklyn Diner, um restaurante típico americano indicado por um amigo nosso, e que era do lado do Carnagie Hall, bastando atravessar a rua. Entrar nesses lugares sempre é muito gostoso, pois lá fora é um frio e dentro o aquecimento não nos deixa querer sair. O ambiente do restaurante é muito legal, fomos muito bem atendidos, o local estava pouco movimentado, possivelmente por causa do dia e da hora (era tarde!). Os pratos eram muito caprichados, pedimos sanduíche e o meu era de uma carne especial deles, com um gosto bem acentuado chamada Pastrami. 



17 de março de 2015

Dia 6 - Saint Patrick Parade, Mcgee's, High Line, Les Miserables

     Frio, muito Frio, amanheceu chovendo pouco, mas logo parou, e fico impressionado com a previsão meteorológica dessa cidade. Tomamos o café da manhã no hotel e saímos para a Madison Ave. É dia de São Patrício, portanto o ponto final era a Catedral de São Patrício. Neste dia estava programada a famosa parada de São Patrício que vemos sempre em filmes. Descemos a Madison olhando as lojas até a catedral. Chegando lá, a porta da frente estava fechada, mas encontramos a lateral aberta. Entramos para conhecer a igreja por dentro, e descobrimos que estava acontecendo uma missa, meio exclusiva (não exatamente exclusiva, mas a parte central da igreja estava reservada) para os militares que iriam participar da parada. Estava no final, então esperamos acabar e saímos depois de todos, visitando a lojinha da catedral antes.
     Como a parada iria começar somente às 11:00, e ainda eram no máximo 09:30, resolvemos passear pelo Rockfeller Center novamente, e como toda visita ao Rockfeller não podia faltar uma ida à Gamestop (é claro!) para comprar alguns joguinhos e (of course) Nintendo World, para comprar meu 3DS e outras coisinhas mais. Paramos também na Lego Store novamente para conferir a loja com mais calma, embora estivesse tudo cheio. 

      Saindo de lá, voltamos para a 8ª Avenida para procurar um lugar para assistir a parada. A rua estava lotada, difícil até de andar, muitos adolescentes passando já claramente alterados (pela cerveja), um até perguntou algo para a Cris (que não me lembro agora, mas sua língua estava toda colorida, do líquido que estava na garrafa na sua mão), ficamos rindo a tarde toda da cena.
      Com dificuldade, caminhamos pela rua acima, desviando da multidão até acharmos um pequeno espaço para nos encaixar e esperar a parada começar. A cidade inteira estava muito animada, todas as pessoas usavam pelo menos um enfeite de São Patrício, um broche, um boné verde, um cachecol, etc.. 
      A parada começou e ficamos um bom tempo assistindo. Foram inúmeras bandas e grupos desfilando, grupos  de High School, veteranos, a maioria militares. É como o nosso 7 de setembro. As pessoas lá são muito animadas e gentis, uma moça na nossa frente até ofereceu um pompom de torcida com as cores da Irlanda para a Cris, que ficou com ele. 

      Depois de um tempo a fome "bateu" e saímos para comer. Decidimos que nada melhor do que festejar esse dia almoçando em um pub irlandês, então resolvemos ir no Mcgee's, um pub que tinha pesquisado antes, perto do hotel e inspirado no seriado How I Met You Mom que não assistimos. O pub estava cheio, muito animado, muitas pessoas no bar bebendo e comemorando o dia, tivemos que esperar um pouco nossa mesa ser disponibilizada mas não demorou muito. O almoço estava delicioso, mesmo não querendo muito um ensopado como o que pedi (no cardápio não indicava que era ensopado), a Cris pediu uma Shepper's Pie. O vento estava fortíssimo, e enquanto isso, na televisão ainda passava a parada, que demorou bastante para terminar, não sabíamos que demorava tanto, mesmo depois que terminamos de almoçar a parada ainda não tinha acabado.

      Terminado o almoço, fomos conhecer o High Line, que é um parque criado em NY, feito em uma linha de trem suspensa que foi desativada há muito tempo atrás, e ao invés de demolir resolveram construir um parque, que fez muito sucesso e muitas pessoas vão passear por ele. A Cris resolveu que queria ir a pé (mesmo eu falando que era longe!) e começamos a andar... andar...andar... depois de uns 30 minutos andando, resolvemos voltar para a avenida de onde partimos para pegar um metrô para o lugar onde sabia que existia uma entrada para o High Line. Finalmente chegamos lá, e pudemos conferir o parque. Mais uma vez, embora a vegetação desta época do ano não colabore muito, o parque tem seu charme, que se destaca no meio dos imensos prédios e as ruas abaixo dele. Ele corta uma boa parte da cidade, e imagino a beleza dele na primavera, com o verde e as árvores floridas. 

      Depois do passeio no High Line, voltamos para o hotel para nos arrumar para a peça da Broadway que a Cris mais queria assistir: Les Misérables...
      O espetáculo é lindo, digno de cada dólar gasto lá. Recomendo a todos que forem em NY a assistirem essa peça. Fantástica.

      Saindo do teatro, estávamos com fome, pois comemos apenas algumas castanhas lá dentro, passamos na loja da M&M para ver se tinha alguma lanchonete lá mas não tinha, paramos então em um desses Café Deli (Premium Café Deli) no caminho para o hotel. Esses "Delis" são basicamente a mesma coisa, servem quase sempre a mesma comida, mas como a maioria dos estabelecimentos estavam fechados fomos nesse mesmo. A cris pediu uma massa montada na hora, e eu pedi um misto quente, pois não estava com vontade de comer nada pesado... só que... o misto foi feito na chapa... quando cheguei na mesa, o papel que ele estava envolvido já estava todo engordurado... argh... mas foi desse jeito mesmo.